Alarme não monitorado: controle contra invasões

A sensação de segurança é algo que muitos brasileiros anseiam. No entanto, medo e preocupação com a violência marcam a rotina da maioria das pessoas, especialmente daquelas que moram em cidades grandes.

Imaginar alguém invadindo sua casa ou estabelecimentos comerciais, como bancos, pode ser assustador. E o pior é não poder encontrar o culpado ou pegá-lo no flagra. Um alarme não monitorado pode ser a solução perfeita para esse problema.

As estatísticas provam a eficiência desse sistema. Mais de 94% das tentativas de roubo ou furto acabam sendo frustradas por causa dos alarmes. Além disso, o número de itens roubados em locais que contêm um alarme não monitorado acaba sendo dez vezes menor do que naqueles que não contam com nenhuma estratégia preventiva.

 

O que é um alarme não monitorado?

Esse equipamento eletrônico ajuda a controlar se houve alguma movimentação estranha ou suspeita. Quando alguém passa pelo detector, o alarme dispara, anunciando a possível presença de um invasor.

Seu objetivo é prevenir que gente não autorizada entre em locais privados. Isso inclui residências, lojas e outros espaços. No entanto, no caso não monitorado, o aparelho não envia automaticamente um alerta à central.

Portanto, o usuário precisará estar por perto para detectar a invasão. Essa é uma ótima opção para casas no período da noite. Também funciona bem acompanhado de câmeras de vigilância.

 

 

Como funciona um alarme não monitorado?

Quando se adquire um alarme não monitorado, haverá quatro itens principais: o painel do alarme, sua bateria, a sirene e os sensores. Cada um deles tem sua função:

Painel do alarme: É a central onde serão gerenciadas as informações sobre ativação e desativação do alarme. Também é possível verificar se ele foi acionado, por exemplo. O usuário poderá alterar esses dados por meio de um teclado.

Bateria: Embora o alarme funcione ligado ao sistema elétrico do ambiente, existe uma bateria que será ativada em cada de queda de energia. Pelo painel do alarme, é possível monitorar se seu nível está muito baixo.

Sensores: Devem ser localizados em posições estratégicas. Assim, se houver alguma movimentação nessas áreas, será possível detectá-la facilmente. Locais com corrente de ar devem ser evitados para não haver alarmes falsos.

Sirene: Essa é a parte que é ativada apenas se algum movimento suspeito for detectado. Trata-se de um sinal sonoro que avisa a possível presença de alguém indevido.

 

 

O que é preciso para evitar alarmes falsos?

Um dos principais desafios dos alarmes não monitorados são os disparos falsos. E isso é comum quando há correntes de vento ou na presença de insetos ou outros animais pequenos.

A maioria desses alarmes indevidos, no entanto, é causada pelo próprio cliente. E tudo devido ao mau uso do equipamento. É o que afirma a Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese).

Portanto, é preciso instalar o alarme de maneira correta. Um técnico pode ajudar a apontar também como usar adequadamente o sistema. Assim, o usuário evita esses inconvenientes.

 

Qual a diferença entre um alarme monitorado e um não monitorado?

Ao contrário das opções monitoradas, em que os dados sobre o disparo e local da invasão são enviados diretamente para centrais responsáveis, nos alarmes não monitorados a responsabilidade é do usuário.

Alguns modelos, no entanto, permitem que o sistema ligue para algum telefone registrado para avisar do disparo, mas não há detalhes específicos.

Basicamente, o trabalho de um alarme não monitorado é detectar se houve invasores em casos de roubo ou furto. Isso ajuda a inibir a presença de pessoas indevidas em determinados locais.

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